Home
Botao pesquisar - Imip

busca

Arquivos

ASCOM

Juliana Guerra

Maiara Andrade

Ísis Lima

Discriminação

IMIP promove campanha de combate a discriminação de gênero

Neste mês de março, marcado pelo Dia Internacional da Mulher, o IMIP reforça a importância do combate a discriminação de gênero.  As mulheres enfrentam muitas restrições na sociedade predominantemente machista e patriarcal. Por isso, o combate ao sexismo, a misoginia e a todos os outros tipos de discriminações contra o gênero feminino é o alvo central dos debates e reflexão neste mês. Essa é uma pauta que vem sendo levantada no IMIP, através de eventos, palestras e políticas institucionais. O trabalho deve ser de todos, por mais igualdade e menos opressão.

 

Desigualdade de gênero no Brasil

 

A igualdade entre homens e mulheres no Brasil foi consagrada na Constituição de 1988. Desde então, têm sido desenvolvidas políticas públicas e legislação específica para mulheres no âmbito político, no mercado de trabalho e no ambiente doméstico. Há avanços e uma ampliação da participação feminina em todas as esferas, mas ainda há muitos obstáculos a superar para que a igualdade promulgada em lei seja efetiva na sociedade brasileira. 

Em 2019, conforme o Fórum Econômico Mundial, o Brasil ocupava a 92ª posição em um ranking que mede a igualdade entre homens e mulheres num universo de 153 países. As mulheres brasileiras estão sub-representadas na política, têm remuneração menor, sofrem mais assédio e estão mais vulneráveis ao desemprego. Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quinto país do mundo em número de feminicídios. 

Observando dados educacionais, é possível perceber que as mulheres permanecem mais tempo na escola e têm maior escolaridade do que os homens. No entanto, a maior escolaridade não se reflete no mercado de trabalho. Conforme o IBGE, em 2017, as mulheres brasileiras ganhavam em média 24% menos que os homens e eram mais afetadas pelo desemprego (13.4%) do que os homens (10,5%). 

Em relação ao assédio e violência, embora haja avanços, especialmente após a Lei Maria da Penha (2006), ainda é necessário ampliar a proteção de mulheres por meio de políticas públicas. De acordo com o Datafolhaa, 503 mulheres são vítimas de violência a cada hora no Brasil. 

Quando o assunto é participação política, conforme o Mapa Mulheres na Política 2019, relatório da ONU, o Brasil ocupa a 134ª posição entre 193 países no ranking de representação feminina no Parlamento.


Publicado em 11/03/2021 14:40

busca

Arquivos

ASCOM

Juliana Guerra

Maiara Andrade

Ísis Lima

Logo - Imip

(81) 2122.4100

Rua dos Coelhos | 300 Boa Vista - Recife - PE - Brasil | CEP 50070-902

(81) 2122.4100