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O Dia Nacional dos Ostomizados é comemorado nesta sexta-feira (16)

Acabar com o preconceito aos Ostomizados é uma tarefa que exige a dedicação de todos nós

Em homenagem à fundação da Sociedade Brasileira dos Ostomizados (ABRASO), em 1985, a Lei número 11.506/2007 definiu o dia 16 de novembro em torno de um ideal: deixar de lado o preconceito contra as pessoas que utilizam o procedimento da Ostomia, hoje estimadas em cerca de 50.000 pessoas.

A data marca também a conquista da definição da ostomia como deficiência física no Decreto 5.296, de 02 de dezembro de 2004, permitindo às pessoas ostomizadas todos os benefícios que possuem as pessoas com deficiência no Brasil. Como exemplo, cota nas universidades e no mercado de trabalho, beneficio de salário mínimo sem condição de trabalho, transporte gratuito e o acesso à recuperação da saúde pelo SUS sem comprovação de renda. De lá para cá, esses pacientes ganharam um importante instrumento: a Portaria 400, do Ministério da Saúde, que dita a implantação de Serviços de Atenção a Saúde das Pessoas Ostomizadas em todo o território brasileiro, orientando estados e municípios para o atendimento a esses pacientes. No ano de 2005, contemplando iniciativa da ABRASO e da Associação Brasileira de Estomaterapia (SOBEST), foi encaminhada ao Ministério da Saúde uma proposta para a edição de Portaria, regulamentando a implantação de Serviços de Atenção a Saúde das Pessoas Ostomizadas em todo o território brasileiro. Em 13 de fevereiro de 2007, essa proposta foi aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). E em 2009, no Dia Nacional do Ostomizado, a Portaria foi regulamentada.

As pessoas ostomizadas são aquelas que, por motivo de algum tipo de trauma ou doença, são submetidas a um procedimento cirúrgico (ostomia), que consiste na abertura de um orifício (estoma) em um órgão oco como, por exemplo, algum trecho do tubo digestivo, do aparelho respiratório, urinário, ou outro qualquer, podendo ou manter uma comunicação com o meio externo, através de uma fístula, por onde pode-se conectar um tubo de inspeção ou manutenção. Em casos de câncer do intestino ou outros problemas em que o intestino e o reto precisam ser parcial ou totalmente extraídos, faz-se um estoma ligando a extremidade do intestino preservado à pele.

Conforme o local onde foi feito a ostomia dá-se um nome diferente, iniciado pelo nome do local e seguido de "ostomia" (comunicação do intestino grosso com o exterior); ileostomia (comunicação do intestino delgado com o exterior); urostomia (cria um trajeto alternativo para a saída da urina); gastrostomia (comunicação do estômago com o meio exterior); traqueostomia (comunicação da traquéia com o exterior). É normal, nesses casos, a aplicação de uma bolsa de colostomia para o recolhimento de fezes.

O portador de uma ostomia muitas vezes sofre com o preconceito, devido ao fato de que após a cirurgia o paciente deve ter cuidados especiais e algumas limitações, mas nada impede que ele mantenha uma vida normal de afazeres. O principal desafio é a própria aceitação da pessoa que foi submetida à cirurgia, passando a entender os desafios e aceitar a sua nova condição de vida. Dessa forma, nada mais certo do que conscientizar as pessoas que convivem com ostomizados de que devem deixar o preconceito de lado e ajudar as pessoas que passam por isso.

Publicado em 14/11/2018 18:31

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